sexta-feira, 22 de julho de 2016

A ASPRA BAHIA - Regional Jacobina acaba de assinar um contrato com a LIFE UTI MÓVEL.


Representada pelo seu coordenador regional Sd Wagner Coelho, a ASPRA BAHIA não poderia deixar de realizar a parceria com essa empresa que tem demonstrado profissionalismo e compromisso com seus clientes.

PLANO GOLDEN ASPRA
O sócio que desejar já pode aderir ao Plano Empresarial, podendo incluir dependentes. O valor será pago por cada integrante da família.

1. REMOÇÃO EM UTI MÓVEL COM EQUIPE MÉDICA PARA QUALQUER LUGAR DA BAHIA.

2. DESCONTO NOS ATENDIMENTOS DOMICILIARES. UMA EQUIPE MÉDICA ATENDE O PACIENTE NA RESIDÊNCIA.

3. REDUTOR DE VALORES NAS CONSULTAS E EXAMES REALIZADOS NOS PROFISSIONAIS E CLÍNICAS CONVENIADAS À REDE LIFE.

A REDE LIFE CONTA COM:
CLÍNICA GERAL
ORTOPEDISTA
CARDIOLOGISTA
PEDIATRA
GINECOLOGISTA
CLÍNICA DENTÁRIA
OFTALMOLOGISTA
EXAMES CLÍNICOS
PSICÓLOGO
NUTRICIONISTA
FISIOTERAPEUTA
NEUROLOGISTA
DERMATOLOGIA
PSIQUIATRIA
EXAMES DE ULTRASONOGRAFIA, ELETROENCEFALOGRAMA
ETC.

Palavras do senhor Vilebaldo Pereira, diretor de negócios da LIFE:
"Quando um membro da família adoece, toda a família sofre e o orçamento se transtorna.
Portanto, quando a doença bater à sua porta, lembre-se da Life UTI Móvel, empresa especializada em consultas médicas, atendimento domiciliar (AD), internamento domiciliar (ID) e serviço de remoção UTI Móvel avançada, com ambulância totalmente equipada com aparelhos modernos e uma excelente equipe médica e de enfermagem, acompanhada de motorista socorrista".

ASPRA BAHIA - REGIONAL JACOBINA
END: AVENIDA ORLANDO DE OLIVEIRA PIRES, 538 - BRISA EMPRESARIAL (EM CIMA DA CLÍNICA ST° ANTONIO E AO LADO DA CLÍNICA OUVIR).
TELEFONE: (74) 3622-4622 / 99970-3685 WhatsApp

terça-feira, 17 de maio de 2016

EM JACOBINA: SOLDADO LUCIANO BISPO RECEBE APOIO DE WAGNER COELHO, COORDENADOR DA ASPRA BAHIA REGIONAL JACOBINA



Soldado Wagner Coelho, coordenador da ASPRA BAHIA - Regional Jacobina, anunciou na tarde dessa terça-feira (17/05) o apoio à pré-candidatura do soldado Luciano Bispo para as eleições municipais de 2016. Ambos ingressaram na PMBA em 2003, ano em que realizaram juntos o curso de formação de soldados no Sexto Batalhão da Polícia Militar, sediado na cidade de Senhor do Bonfim-Ba.

Luciano Bispo está a 13 anos promovendo a segurança da população jacobinense e combatendo a criminalidade de forma ativa. É um jovem político que pela primeira vez é pré-candidato a uma cadeira no legislativo municipal, objetivando desempenhar um mandato inovador, ético e voltado para a transparência das ações.

Wagner Coelho acredita que num estado democrático de direito o nível de valorização de classes de trabalhadores é medido pelas suas capacidades de fazer mobilização política. E que é inadmissível que num momento em que se aproxima as eleições municipais - a festa da democracia - os profissionais não estejam unidos em prol da eleição de um representante legítimo dos trabalhadores da segurança pública.

A intenção do apoio é ajudar o nobre colega a ter êxito na campanha e que ao final ele possa realizar seu desejo de transformação social que é um desejo de todos brasileiros.








por Wagner Coelho

quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

FILME: SICKO - SOS SAÚDE (uma realidade inconveniente criada nos EUA)

Veja como o capitalismo age nos Sistemas Públicos de Saúde

"O filme mostra uma trama do presidente Richard Nixon e Edgar Kaiser, um milionário e dono de uma das maiores companhias de saúde dos EUA, que enriqueceu a custa dos segurados americanos. O resultado interessou ao presidente Nixon, e o que se viu posteriormente foi um modelo implantado onde a qualidade dos serviços prestados pelo sistema de saúde é péssima." 



SiCKO - USA filme completo LEGENDADO

assista o filme






Por Willian Rodrigo do Amaral

Sicko S.O.S saúde foi um documentário gravado no ano de 2007 nos EUA com passagem por países como Cuba, Canadá, França e Inglaterra e tem como diretor e produtor o cineasta norte-americano Michael Moore. 

Moore descreve situações reais através das quais compara o Sistema de Saúde americano com o dos países citados acima. Com isto pretende mostrar como nos EUA, as seguradoras apesar de lucrarem absurdamente, não cobrem uma grande parte dos serviços procurados pela grande massa da população, e quando cobrem, o fazem apenas em parte. 

O documentário mostra vários casos de famílias americanas que apesar de terem seus planos de saúde pagos em dia, não tem suas despesas cobertas pelas seguradoras, nem o direito aos medicamentos que necessitam, ou a exames mais complexos e caros, e na maioria dos casos os motivos apresentados são infundados, preconceituosos e injustos. 

O filme mostra uma trama do presidente Richard Nixon e Edgar Kaiser, um milionário e dono de uma das maiores companhias de saúde dos EUA, que enriqueceu a custa dos segurados americanos. O resultado interessou ao presidente Nixon, e o que se viu posteriormente foi um modelo implantado onde a qualidade dos serviços prestados pelo sistema de saúde é péssima. Também é ruim a atenção dada aos pacientes que fazem filas nos hospitais públicos a procura de atendimento e as pessoas de famílias menos favorecidas formam um grupo de 37 milhões de norte-americanos completamente sem cobertura na área da saúde. 

Quando o presidente Clinton assumiu a presidência, anunciou a reforma nacional da saúde dirigida por sua primeira dama Hillary Clinton. Apesar de Hillary ter virado Washington de ponta cabeça, e ter anunciando cobertura universal na saúde para todos, independente de condição econômica pré-existente ou não, de trabalho ou categoria social, o que se viu depois de mais de uma década, foi que os EUA ainda não tinham cobertura universal de saúde para todos os americanos. 

Ao contrário disso apesar de ser o país mais rico do mundo, ocupavam apenas a 37º posição no ranking mundial, atrás de países como Chile ou Costa Rica, que tinham uma condição econômica completamente diferente dos americanos. As ações das companhias em Seguro de Saúde dos EUA dobraram ou triplicaram suas ações, e “colaboravam financeiramente” com membros do governo para que o sistema de saúde baseado em seguros continuasse em pleno vigor. 

Hillary Clinton foi a segunda senadora a receber mais dinheiro da indústria de medicamentos, aproximadamente $855.0 dólares. Enquanto as indústrias de medicamentos continuavam comprando congressistas americanos com super quantias em dinheiro os cidadãos americanos, inclusive os de classe média, continuavam sofrendo sem cobertura alguma de saúde, muitos morrendo injustamente simplesmente porque não tinham acesso a medicamentos ou exames mais sérios. Michael Moore compara esta situação mostrando a saga de alguns americanos que vão até o Canadá, por exemplo, a fim de conseguir atendimento médico, medicamentos, exames, etc. 

Neste país o cidadão tem direito a escolher seu médico, tem direito aos remédios, e tudo que precisar sem pagar nada por isso. Em Londres Moore mostra como é eficiente e justo o trabalho feito para incentivar médicos e pessoas que trabalham na área da saúde, e como os cidadão quando pagam, pagam pouco pelo serviço de saúde, e os que não podem não pagam. 

E o que se pode dizer a respeito de Cuba, hoje um modelo de sistema de saúde, educação, cultura, esporte, sem discriminação de qualquer tipo, onde há justiça social e respeito aos direitos humanos fundamentais a todo cidadão. 

Essas áreas são próprias do Estado Socialista, conquistas básicas desconhecidas pela maioria povo americano, que aprenderam que a ilha cubana “se trata de um presídio a céu aberto e que lá é a residência de Lúcifer”. O que eles não imaginam, é que as conquistas cubanas vão além de medalhas olímpicas, que o povo cubano certamente se orgulha em morar no único país latino americano sem favelas e sem crianças nas ruas pedindo esmolas. Pode-se concluir que o modelo de saúde norte-americano é tão doente, corrupto e injusto quanto às políticas de impostos que são cobradas aqui no Brasil. 

Isto porque assim como aqui o governo enriquece através das altas taxas cobradas através de muitos e muitos impostos, lá o que acontece é que a indústria de medicamentos colabora com alguns senadores e congressistas para que mantenham através de uma política suja e feita sem integridade, valores ou justiça este sistema apodrecido na área de saúde.

 O cidadão americano desconhece seus direitos básicos de saúde mesmo pagando quantias altas em dinheiro para as seguradoras daquele país. Desta forma conhecem a desonra e falta de dignidade, e esta dignidade que foi conquistada através do trabalho e fidelidade prestada às seguradoras de saúde durante anos, pode se perder em seis meses quando se necessita de um tratamento de saúde, e em muitos casos o que se perde não é apenas esta dignidade, mas a vida também.

segunda-feira, 9 de novembro de 2015

Vídeo histórico - Marchas de Selma a Montgomery, 1965 nos EUA



Marcha de Selma a Montgomery no estado do Alabama, EUA. Foram realizadas três grandes marchas entre as duas cidades que contaram com a liderança de Martin Luther King Jr. e fizeram parte do movimento pelos direitos políticos dos negros nos EUA. O resultado foi a histórica aprovação da Lei dos Direitos ao Voto de 1965. É possível ver no MLK andando no meio do povo.




O filme 'Selma' mostra lado real da luta pelo sonho de Martin Luther King

Filme é baseado em bastidores do movimento negro nos EUA nos anos 60.
Trama vai além de discursos e mostra tensão e caminho difícil até mudanças.


texto de Rodrigo Ortega
Do G1, em São Paulo





O discurso "eu tenho um sonho" de Martin Luther King é mais conhecido que o caminho árduo para levá-lo à vida real. Em "Selma: Uma luta pela igualdade", o líder chora desamparado, volta atrás no meio de um protesto, liga para amigos na madrugada para se confortar e adia presença em manifestação após brigar com a mulher. O herói dos direitos civis dos negros nos EUA tem dúvidas e contradições no filme, mas nem por isso menos méritos. Pelo contrário. Ao mostrar as idas e vidas do movimento, a diretora Ava DuVernay mostra a luta de maneira interessante e comovente (veja trailer acima).
saiba mais

O filme mostra os bastidores da marcha das cidades de Selma até Montgomery, no Alabama, em 1965. O episódio é um momento crucial na luta pelo direito de voto dos negros nos EUA, que não era plenamente garantido até então. "Selma" mostra bem o quebra-cabeças das muitas posições de cada grupo no evento: governo nacional, estadual, polícia local, população racista do Alabama, brancos que aderiram à luta, movimentos negros que defendiam a violência (ufa!) e especialmente os ativistas liderados por Martin Luther King Jr. (David Oyelowo). Foram muitas pequenas vitórias e derrotas até a marcha triunfante.

Injustiça no Oscar

Mesmo aclamado pela crítica, o filme recebeu apenas duas indicações ao Oscar. Uma delas foi na categoria principal, de melhor longa, fato inusitado que reforçou as críticas de falta de diversidade no prêmio. Difícil apontar a falta de indicação ao Oscar mais injusta em "Selma". A diretora Ava DuVernay e o roteirista Paul Webb fazem um bom trabalho, e a atuação de David Oyelowo também encanta. Mais que a semelhança física com Martin Luther King, ele conduz a atuação desde um tom mais baixo, de pequenas decepções, até os momentos mais explosivos de confronto, para só então chegar ao êxtase dos famosos discursos.

'Sonhático' e pragmático
David Oyelowo como Martin Luther King Jr. em
'Selma' (Foto: Divulgação)

Pode-se dizer, em resumo, que o filme começa pacífico (como defendia King) até ser tumultuado por uma minoria de vândalos (no caso, os policiais do Alabama). Mas há muitas nuances, especialmente na estratégia do protagonista. Martin Luther King tinha um sonho, mas também sabia ser pragmático. Não foi com discursos que ele mobilizou os norte-americanos. Por exemplo: a deliberada escolha por levar o movimento negro para Selma, apostando na fama de truculência do xerife local, que levaria o absurdo às capas de jornais.

Malcom X, o líder mais agressivo, é bem posicionado como figura que poderia tomar o poder caso as demandas de King não fossem aceitas, levando a um conflito ainda mais sangrento. "Selma" mostra que Martin Luther King soube entender todos esses papeis e se tornar roteirista do próprio drama. Ava DuVernay opta por não simplificar a história. Mostra relações conturbadas com a mulher, com líderes locais e com o presidente Lyndon Johnson, entre outros. Em vez de mitificar, aproxima o filme do espectador. É fácil relacionar o filme aos protestos recentes em Ferguson e entender que, na real, o sonho não acabou.